Arquivo da categoria: Artigo

“Trancada pelo trancaço”

Publicado em: O Estado de SP (27/09/14)
por Virgílio Afonso da Silva e Fernando Limongi

“É preciso repensar a vocação da USP. Se todo o debate sobre nosso futuro se limitar a quantas aulas teremos, quantos professores por aluno ou quando vamos repor aulas então podemos esquecer qualquer pretensão de um dia nos tornarmos uma universidade de excelência internacional. Se o foco for a pesquisa e a produção de conhecimento, temos alguma chance. Para isso, contudo, é preciso avaliar se e o que estamos produzindo. Para que tudo isso aconteça, é preciso que deixemos a passividade de lado, porque ela fez com que a repetição de chavões desgastados dominasse a USP.”

Leia em: http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,trancada-pelo-trancaco,1566906

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“O fim da “greve” de estudantes da USP”

Publicado em: carta Capital (23/09/14)
por Ricardo Palacios

“Uma das múltiplas surpresas que tive na Universidade de São Paulo (USP) foi a existência de “greve” de estudantes. Parece um contrassenso que uma categoria de pessoas que não realizam uma atividade produtiva em termos econômicos possa fazer greve. Quando fiz minha primeira faculdade na maior universidade pública da Colômbia, reservávamos a palavra greve para os trabalhadores e usávamos paralisação de atividades para os alunos.”

Leia em: http://www.cartacapital.com.br/educacao/o-fim-da-201cgreve201d-de-estudantes-da-usp-3376.html

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“Crise na USP é resultado da falta de transparência”

Publicado em: Carta Capital (24/09/14)
por José Renato de Campos Araújo

“Portanto, não é demais afirmar que a excelência existe apesar do arcaísmo do modelo de gestão empregado na USP. Afirmamos ainda que a gestão em toda a USP está centrada num estranho binômio para aqueles que estão a par das mudanças que acontecem diariamente no setor público brasileiro – I) Opacidade de seus atos; II) Prepotência administrativa (sempre travestido da aura meritocrática dos títulos acadêmicos). Pois em qual organização pública brasileira na atualidade encontramos um modelo de gestão tão centralizado como na USP? Somando-se a isto ainda um grau de falta de transparência para os atos da administração pouco visto nos dias de hoje no setor público brasileiro. Afinal, principalmente após a Lei de Acesso à Informação (lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011), qual instituição pública brasileira é uma caixa preta tão grande como a nossa Universidade de São Paulo?”

Leia em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/transparencia-e-gestao-universitaria-2013-a-crise-na-usp-1197.html

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“Análise: USP precisa praticar e não apenas ensinar conceitos de gestão para sair da crise”

Publicado em: R7 (12/09/14)
por Redação

“A USP (Universidade de São Paulo) vive uma crise generalizada. Em 2014 a instituição declarou que gasta 105% de seu orçamento apenas para arcar com a folha salarial e que deve fechar o ano com um débito de R$ 1 bilhão. Mesmo assim, desde maio os funcionários estão em greve pedindo reajuste salarial.”

Leia em: http://noticias.r7.com/educacao/analise-usp-precisa-praticar-e-nao-apenas-ensinar-conceitos-de-gestao-para-sair-da-crise-12092014

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“A cronologia do colapso da USP”

Publicado em: Revista Fórum (05/09/14)
por Igor Carvalho

“Em 2014, a Universidade de São Paulo (USP) enfrenta aquela que pode ser considerada a maior crise financeira de sua história. O atual momento decorre de diversos erros cometidos por gestões anteriores, mas guarda relação íntima com o período em que o ex-reitor João Grandino Rodas (2010-2013), indicado por José Serra mesmo tendo sido derrotado no processo de escolha interna, esteve à frente da universidade.”

Leia em: http://revistaforum.com.br/digital/163/cronologia-colapso-usp/

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“PDV: o neoliberalismo extemporâneo de Zago e a responsabilidade do Conselho “

Publicado em: Carta Maior (02/09/14)
por Jorge Luiz Souto Maior

“O “Plano Zago” não prevê apenas um PDV (Plano de Demissão Voluntária) para ajuste orçamentário. De fato, instaura uma lógica de precarização do trabalho, para quebrar a resistência sindical. Ou seja, em um momento no qual se exigia da reitoria a postura de negociar com os trabalhadores, o que esta propôs foi uma discussão pública de um plano que menospreza a presença dos servidores na universidade, que desconsidera a sua dignidade, recusando sua vinculação àquilo que o reitor chama de “atividade-fim”, termo que, aliás, já permite antever seu propósito de se valer da terceirização. É importante que aqueles que não aderiam a greve percebam que a agressão feita a todos atinge!”

Leia em: http://www.cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FEducacao%2FPDV-o-neoliberalismo-extemporaneo-de-Zago-e-a-responsabilidade-do-Conselho%2F13%2F31732

ou em: http://www.carosamigos.com.br/index.php/artigos-e-debates-2/4429-pdv-o-neoliberalismo-extemporaneo-de-zago-e-a-responsabilidade-do-conselho

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“O silêncio decoroso está destruindo a USP”

Publicado em: Viomundo (29/08/14)
por Antônio David

“Temos na USP a triste característica de que, aqui, o reitor administra a universidade como se estivesse administrando a própria fazenda. Ora, justamente porque é “absolutamente inadiável e urgente que se procure olhar para esses acontecimentos como parte de um arco histórico mais extenso, que remonta pelo menos há uma década, e não como um episódio isolado”, é que se deve olhar para as causas dessa e de todas as greves. Criticar as greves sem falar de suas causas não faz sentido. Surpreendentemente, a nota apega-se ao efeito (greve), mas não às causas. Ignora um fato elementar: se a causa não cessa, tampouco cessa o efeito.”

Leia em: http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/antonio-david-silencio-decoroso-esta-destruindo-usp.html

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“USP: o que a longa greve desmascara”

Publicado em: Outras Palavras (27/08/14)
por Osvaldo Coggiola

“Surpresa? A crise financeira da USP, a invasão inconsulta e deletéria por parte de Rodas das suas reservas financeiras, já tinha sido denunciada detalhadamente (e amplamente divulgada) no Informativo Adusp de junho de 2013 (há bem mais de um ano, portanto). Que um destacado Pró-Reitor da gestão Rodas declare agora tê-la ignorado naquele momento, e ainda depois, é bastante mais do que inacreditável e, se tomada ao pé da letra, teria desqualificado o ignorante (ex dirigente principal do CNPq, nada menos) para exercer qualquer função de responsabilidade administrativa.”

Leia em: http://outraspalavras.net/destaques/usp-o-que-a-longa-greve-desmascara/

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“Desvinculação do Hospital Universitário da USP: Risco de um erro irreparável merece pausa para reflexão”

Publicado em: Site do Hospital Universitário da USP (22/08/14)
por Prof. Dr. José Pinhata Otoch, Profa. Dra. Heloisa Helena Ciqueto Peres, Profa. Eliana Ribeiro, Profa. Nágila Raquel Teixeira Damasceno, Prof. José Benedito Dias Lemos e Dra. Alexandra Siqueira Colombo

“A desvinculação do HU-USP irá despatrimoniar parte da USP, o hospital perderá autonomia na diretriz de ensino e correrá o risco desse não ser mais o foco já que poderá ficar a mercê da política de saúde da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo que atualmente se depara com a falência do sistema público. Será impossível manter excelência em ensino após troca de equipes a preços de funcionários SUS. O Superintendente não será mais uma escolha do Reitor, mas sim do Governador do Estado vinculado ao Secretário da Saúde. A comunidade USP que hoje já encontra dificuldade na assistência médica frente à alta demanda que existe na região devido a inexistência de outro equipamento hospitalar próximo, ficará mais vulnerável.”

Leia em: http://www2.hu.usp.br/desvinculacao-do-hospital-universitario-da-usp-risco-de-um-erro-irreparavel-merece-pausa-para-reflexao/

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“Desmentindo os números do Reitor e de Folha de SP sobre a Crise na USP”

Publicado em: Carta Maior (20/08/14)
por Sean Purdy

“Comparações das universidades brasileiras com as de outros países são sempre problemáticas: contextos gerais e locais bem com trajetórias históricas são bem diferentes. Universidades desempenham um papel diferenciado dependendo do país e do período histórico. Mas pelo proposito de mostrar como os números do Reitor e Folha são equivocados, vale a pena conferir as seguintes estatísticas.”

http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Educacao/Desmentindo-os-numeros-do-Reitor-e-de-Folha-de-SP-sobre-a-Crise-na-USP%0A/13/31639

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“A USP nas areias do Templo de Salomão”

Publicado em: Blog da Boitempo (13/08/14)
por Christian Ingo Lenz Dunker

“Há algo muito propositalmente equivocado em retratar a USP como um elefante branco, suntuoso e “fora do mundo”. Esta imagem deixa no ar que este tal templo deveria ser partido ao meio – parte produtiva e parte improdutiva – e vendido para a iniciativa privada, incluindo seus marajás e o marfim de suas torres. Se esta ideia surge fácil, na imagem invertida e na retórica da purificação da USP, é porque ela é uma espécie de ícone do Estado que deu certo e ao mesmo tempo de um modelo de gestão que deu errado. Um símbolo do que a iniciativa privada, mesmo lhe sendo dadas as melhores condições, não conseguiu fazer.”

Leia em: http://blogdaboitempo.com.br/2014/08/13/a-usp-nas-areias-do-templo-de-salomao/

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“O colapso da universidade pública”

Publicado em: Revista IstoÉ (18/08/14)
por Fabíola Perez

“Com a maior crise financeira da história e submetidas a administrações ineptas, instituições estaduais e federais comprometem o futuro e a qualidade do ensino”

Leia em: Edição impressa

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“Em defesa da USP”

Publicado em: Site da Adusp (16/08/14)
por Docentes mobilizados do Instituto de Biociências – USP

“Os indicadores da USP evidenciam com clareza a origem da atual crise financeira: as dificuldades surgiram como consequência da significativa expansão das atividades de ensino de graduação e pós-graduação, de pesquisa, e de cultura e extensão na USP, ao longo dos anos, sem um correspondente aumento na dotação orçamentária por parte do governo do Estado de São Paulo.”

Leia em: Artigo

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“Quem é que corta o ponto de Zago”

Publicado em: Site da Adusp (16/08/14)
por Tércio Redondo

“A crise financeira da USP, diz a Reitoria, é fruto da gestão delirante de João Grandino Rodas. De acordo com Zago, o ex-reitor, além de esbanjar dinheiro com uma série de obras e programas, contratou um número excessivo de funcionários e concedeu, sem fazer o devido cálculo, benefícios insustentáveis a docentes e funcionários. Sua intenção agora, diz, é fazer a folha salarial retroceder aos níveis observados em 2010.”

Leia em: Artigo

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“A USP não é problema, é solução!”

Publicado em: Cidades para que(m)? (15/08/14)
por João Sette Whitaker

“Diante da grave crise, o atual Reitor voltou-se contra seu próprio lado. Esquecendo-se de que é ele mesmo professor (fazendo parte de reduzidíssima elite com salários bem graúdos), em vez de abrir as opacas contas da universidade para amplo conhecimento da sociedade e uma real apreensão do que havia sido feito, preferiu colocar a culpa na folha de pagamento e na massa salarial que compromete 105% do orçamento e “engessa” a universidade. Em suma, para o Reitor, são os professores e funcionários da USP que geram a crise, e não a sequência de gestões irresponsáveis.”

Leia em: http://cidadesparaquem.org/blog/2014/8/14/a-usp-no-problema-soluo

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“A Greve nas Universidades Estaduais Paulistas: o que está em jogo?”

Publicado em: Site Pensar a Educação em Pauta
por Ana Luiza Jesus da Costa

“Ao mesmo tempo em que as Universidades são chamadas a se atualizarem e responderem aos anseios da sociedade são também atacadas por concepções traduzidas em políticas que as atiram na arena do mercado para que busquem recursos para seu funcionamento. São levadas à expansão necessária sem, porém, condições adequadas para manutenção da qualidade de ensino, pesquisa e extensão. Seus quadros veem precarizadas suas condições de trabalho e existência, o que pode ser exemplificado pelas sucessivas reformas previdenciárias, das quais a última estabelece a aposentadoria não mais com o valor integral de nossos salários, mas pelo teto do INSS. Diante deste complexo cenário precisamos ter cuidado para não enveredarmos pelo falso dilema que recaiu sobre a educação básica no seu processo, ainda inconcluso, de universalização: quantidade versus qualidade.”

Leia em: http://www.pensaraeducacaoempauta.com/#!untitled/cx0u

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[ARTIGO] “Impasses na gestão das universidades”

Publicado em: Guia Claro (04/08/14)
por Wagner de Melo Romão*

“O governo de São Paulo lava as mãos ao lembrar que as universidades têm autonomia orçamentária. Mas, na década passada, promoveu — com promessas não cumpridas de repasses adicionais de recursos — uma atabalhoada expansão do ensino superior, cujo maior exemplo de irresponsabilidade foi a instalação do campus da USP-Leste em área contaminada. Aos milhares de novos estudantes não correspondeu um incremento compatível na contratação de mais docentes e técnico-administrativos, além de condições mínimas de permanência estudantil. É claro que a conta não fecha.”

* Professor de ciência política na Universidade Estadual de Campinas e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap)

Leia em: http://www.guiarioclaro.com.br/materia.htm?serial=206004209

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[ARTIGO] “Artimanha Jurídica para mais um Ataque ao Direito de Greve na USP “

Artigo de Jorge Luiz Souto Maior, professor livre-docente de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito da USP.

Artimanha Jurídica para mais um Ataque ao Direito de Greve na USP
por Jorge Luiz Souto Maior

Informativo da Sala de Imprensa da USP, do dia 25/07, orgulhosamente informou que o juiz da 11ª Vara de Fazenda Pública concedeu liminar à USP, impedindo piquetes no âmbito da universidade.

Impressiona como a Justiça pode dar guarida a um ente que, sistematicamente, vem desrespeitando a ordem jurídica, sobretudo no que se refere ao preceito constitucional que garante a recomposição anual do poder aquisitivo da remuneração dos servidores, os quais, inclusive, foram tratados como criminosos pela decisão judicial em questão quando autoriza o uso da força policial para lhes impedir de usar os meios legítimos, dentre os quais o piquete, para que seus direitos sejam respeitados.

Vale observar que a decisão não trata de caso específico em que teria havido algum suposto abuso de direito. Segundo anuncia o Informativo, A liminar refere-se a todos os prédios da Cidade Universitária “Armando de Salles Oliveira”, em São Paulo, em que há piquetes e bloqueio nas portas, interrompendo o desenvolvimento das atividades profissionais e a prestação de serviços de interesse público. Ou seja, pronuncia-se em tese, criando, isto sim, um obstáculo judicial e policial ao exercício concreto do piquete, que é essência do direito de greve e tem previsão legal: Art. 6º São assegurados aos grevistas, dentre outros direitos: I- o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve. Continuar lendo

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“Universidades públicas brasileiras: desmonte em andamento”

Publicado em: Brasil de Fato (21/07/14)
por Maria Sílvia Betti

“Em pouco tempo, os critérios assim instituídos passaram a nortear as linhas de pesquisa acadêmica em todos os campos do saber e em todas as áreas da unverisidade, cobrindo de forma irrestrita as áreas de ciências exatas, biológicas e humanas.”

Leia em: http://www.brasildefato.com.br/node/29224

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“Sobre um atentado ao direito de greve e uma violência aos servidores da USP”

Artigo de Jorge Luiz Souto Maior, professor doutor da Faculdade de Direito da USP.

“A Coordenadoria tenta escorar-se na legalidade, mas lida com o ordenamento jurídico de forma conveniente, pinçando apenas os aspectos que lhe interessa. Neste contexto, finge esquecer que a greve dos servidores, que é um direito fundamental, constitucionalmente assegurado, teve início porque a Administração da Universidade não cumpriu o preceito da Constituição Federal que garante aos servidores públicos o direito à “revisão geral anual”, destinada à recomposição do poder aquisitivo da remuneração (art. 37, inciso X).”

Leia em: Sobre um atentado ao direito de greve e uma violência aos servidores da USP

ou em: http://jorgesoutomaior.blogspot.com.br/2014/07/sobre-um-atentado-ao-direito-de-greve-e.html

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