“Reitor defende uso de recursos privados”

Publicado em: O Estado de SP (25/09/14)
Entrevista, por Lourival Sant’Anna

“O reitor da Universidade de São Paulo (USP), Marco Antonio Zago, defende a realização de convênios com a iniciativa privada, como fontes alternativas de recursos. Ele reconhece que a proposta enfrenta resistência de setores da universidade, que consideram que sua “isenção” ficaria comprometida. “Eu não concordo com isso.” Em entrevista ao Estado, Zago fez um balanço das perdas e ganhos da greve de 116 dias, no qual comparou a atitude de militantes que arrancavam à força alunos e professores das salas com a opressão exercida pela ditadura.”

Leia em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,reitor-defende-uso-de-recursos-privados,1565620

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“Deputado quer que MP investigue a compra dos imóveis pela USP”

Publicado em: O Estado de SP (25/09/14)
por Redação

“Representação do deputado estadual Carlos Giannazi (Psol), que deve ser entregue nesta quinta-feira, 25, ao Ministério Público Estadual, vai pedir que seja feita uma análise sobre se houve perda financeira para a Universidade de São Paulo (USP) pela aquisição dos imóveis. “Os imóveis, hoje, estão abandonados, sem utilidade, sem destinação e sem gerar dividendos à Universidade de São Paulo. Ao contrário, apenas geram despesas com sua manutenção”, afirma o texto.”

Leia em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,deputado-quer-que-mp-investigue-a-compra-dos-imoveis-pela-usp,1565609

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“Em meio à crise, USP vai vender imóveis para arrecadar R$ 50 mi”

Publicado em: O Estado de SP (25/09/14)
por Luiz Fernando Toledo e Victor Vieira

“Após quase quatro meses de greve de professores e funcionários, a Universidade de São Paulo (USP) segue em crise. Em mais uma tentativa de aliviar as contas, o reitor Marco Antonio Zago colocará imóveis à venda. A negociação envolve um terreno e salas comerciais, adquiridos na gestão anterior e considerados desnecessários pela atual administração. A estimativa é arrecadar cerca de R$ 50 milhões. O ex-reitor João Grandino Rodas acusa a medida de Zago de ‘desmonte’.”

Leia em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,em-meio-a-crise-usp-vai-vender-imoveis-para-arrecadar-r-50-mi,1565612

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“USP protesta contra saída do hospital Centrinho”

Publicado em: JCNet (24/09/14)
por Paola Patriarca

“A concentração aconteceu por volta das 11h em frente ao quiosque do hospital. Em seguida, os manifestantes caminharam ao redor do hospital e câmpus da USP, e percorreram a avenida Nações Unidas, sentido bairro-Centro, até a primeira rotatória perto do Parque Vitória Régia. Policiais militares acompanharam o ato público, que seguiu pacificamente.”

Leia em: http://www.jcnet.com.br/Geral/2014/09/usp-protesta-contra-saida-do-hospital-centrinho.html

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“O fim da “greve” de estudantes da USP”

Publicado em: carta Capital (23/09/14)
por Ricardo Palacios

“Uma das múltiplas surpresas que tive na Universidade de São Paulo (USP) foi a existência de “greve” de estudantes. Parece um contrassenso que uma categoria de pessoas que não realizam uma atividade produtiva em termos econômicos possa fazer greve. Quando fiz minha primeira faculdade na maior universidade pública da Colômbia, reservávamos a palavra greve para os trabalhadores e usávamos paralisação de atividades para os alunos.”

Leia em: http://www.cartacapital.com.br/educacao/o-fim-da-201cgreve201d-de-estudantes-da-usp-3376.html

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“Crise na USP é resultado da falta de transparência”

Publicado em: Carta Capital (24/09/14)
por José Renato de Campos Araújo

“Portanto, não é demais afirmar que a excelência existe apesar do arcaísmo do modelo de gestão empregado na USP. Afirmamos ainda que a gestão em toda a USP está centrada num estranho binômio para aqueles que estão a par das mudanças que acontecem diariamente no setor público brasileiro – I) Opacidade de seus atos; II) Prepotência administrativa (sempre travestido da aura meritocrática dos títulos acadêmicos). Pois em qual organização pública brasileira na atualidade encontramos um modelo de gestão tão centralizado como na USP? Somando-se a isto ainda um grau de falta de transparência para os atos da administração pouco visto nos dias de hoje no setor público brasileiro. Afinal, principalmente após a Lei de Acesso à Informação (lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011), qual instituição pública brasileira é uma caixa preta tão grande como a nossa Universidade de São Paulo?”

Leia em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/transparencia-e-gestao-universitaria-2013-a-crise-na-usp-1197.html

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“Cronologia da mais longa greve da história da USP”

Publicado em: Site da Adusp (23/09/14)

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“27/5 Inicia-se a greve de docentes, funcionários técnico-administrativos e estudantes da USP, Unesp e Unicamp, após duas reuniões entre o Conselho de Reitores (Cruesp) e o Fórum das Seis terminarem com proposta de 0% de reajuste salarial para os servidores. No mesmo dia, audiência pública na Assembleia Legislativa (Alesp) aborda o financiamento das universidades, sem a presença de nenhum dos reitores, que haviam sido convidados.”

Leia em: http://www.adusp.org.br/index.php/campanha-salarial-2014cs/2158-cronologia-da-mais-longa-greve-da-historia-da-usp

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“Conquistas importantes, embates ainda a travar”

Publicado em: Site de Adusp (23/09/14)

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“A greve de docentes e funcionários técnico-administrativos das universidades estaduais conquistou a reversão da intransigência, da indisposição ao diálogo e da perspectiva de desconstrução do Cruesp e dos sindicatos do Fórum das Seis, encabeçadas, principalmente, pela atual Reitoria da USP. Em todo este processo, ficou clara a iniciativa de M.A. Zago e V. Agopyan de procurar deslegitimar os sindicatos de docentes e funcionários como interlocutores e negociadores de políticas para a universidade, em particular as de caráter salarial. Tal ataque era importante para aplainar o terreno e tentar instalar um projeto de universidade operacional, produtivista e neocolonial.”

Leia em: http://www.adusp.org.br/index.php/campanha-salarial-2014cs/2159-conquistas-importantes-embates-ainda-a-travar

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“Por greve, parte dos cursos da USP terá aulas até fevereiro”

Publicado em: O Estado de SP (22/09/14)
por Victor Vieira

“É o caso dos cursos de Filosofia, Letras e Pedagogia, em que as aulas devem ir até a metade de fevereiro, com recesso entre os últimos dias de dezembro e os primeiros de janeiro. Vários departamentos ainda vão decidir o cronograma de reposição das classes.”

Leia em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,por-greve-parte-dos-cursos-da-usp-tera-aulas-ate-fevereiro,1564361

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“Os nós da USP”

Publicado em: Folha de SP (23/09/14)
Editorial

“O fim da paralisação, no entanto, não encerra a crise da USP – e nunca será demais insistir nesse ponto, ao menos não até que a principal universidade do Brasil, sustentada com recursos do contribuinte e imprescindível para o avanço do ensino e da pesquisa de ponta no país, consiga se reestruturar acadêmica e financeiramente.”

Leia em: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/09/1520569-editorial-os-nos-da-usp.shtml

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“Após fim da greve, USP poderá ter reposição de aulas até fevereiro”

Publicado em: Folha de SP (22/09/14)
por Redação

“Cada uma das unidades deverá organizar seu próprio calendário de reposição de aulas, de acordo com o modo como seu ano letivo foi prejudicado pela greve que durou 116 dias. Há instituições da USP, por exemplo, que não chegaram a ter aulas canceladas.”

Leia em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2014/09/1520366-apos-fim-da-greve-usp-podera-ter-reposicao-de-aulas-ate-fevereiro.shtml

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“Dois setores da USP não retomam atividades nesta segunda-feira”

Publicado em: O Estado de SP (22/09/14)
por Luiz Fernando Toledo

“Funcionários de dois setores da Universidade de São Paulo (USP) ainda não retomaram o trabalho nesta segunda-feira, 22, após o fim da greve. Funcionários da Prefeitura da USP e da Superintendência de Espaço Físico (SEF) cruzaram os braços em protesto à “falta de diálogo” sobre a reposição de horas determinada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) na última semana. Segundo os trabalhadores, os dois setores somam cerca de 400 pessoas – cerca de 2% dos 17.404 servidores administrativos da instituição.”

Leia em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,dois-setores-da-usp-nao-retomam-atividades-nesta-segunda-feira,1564236

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“Após quase 4 meses de greve, USP volta às aulas nesta segunda”

Publicado em: G1 (22/09/14)
por Redação

sintusp.

“Depois de 116 dias, a Universidade de São Paulo (USP) volta a ter o funcionamento normalizado nesta segunda-feira (22). Na semana passada, professores e funcionários votaram, em assembleias das categorias, pelo fim da greve mais longa da história da instituição. Em algumas unidades da USP, o primeiro semestre será retomado nesta segunda, quando os professores divulgarão o cronograma de reposição das aulas.”

Leia em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/apos-quase-4-meses-de-greve-usp-volta-aulas-nesta-segunda.html

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“Com doação, hospital da USP inaugura novo centro cirúrgico nesta segunda”

Publicado em: Folha de SP (22/09/14)
por Natália Cancian

“Com dinheiro arrecadado de doações, o Hospital Universitário da USP inaugura nesta segunda-feira (22) um novo centro cirúrgico, com mais salas e equipamentos de alta tecnologia. A mudança deve ampliar a capacidade do local em 40%, segundo a unidade. O número de cirurgias vai aumentar de 500 para 700 por mês.”

Leia em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/09/1519765-com-doacao-hospital-da-usp-inaugura-novo-centro-cirurgico-nesta-segunda.shtml

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“USP gasta mais com pagamento de técnicos do que com o corpo docente”

Publicado em: Folha de SP (22/09/14)
por Sabine Righetti

“Dados obtidos pela Folha mostram que 62% do que a USP gastou em pagamentos no ano passado se referem a salários de técnicos. Os outros 38% foram com o pagamento do corpo docente. A proporção é diferente dos gastos de 2009, quando os técnicos consumiram 55% das despesas com salários e, os professores, 45%.”

Leia em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2014/09/1519762-usp-gasta-mais-com-pagamento-de-tecnicos-do-que-com-o-corpo-docente.shtml

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“A NOSSA GREVE”

Texto encaminhado pelo prof. Jorge Luiz Souto Maior e lido na assembleia do Sintusp, ocorrida no dia 19/09/14.

A nossa greve

Fiquei muito triste ao saber que não poderia estar presente na assembléia desta sexta-feira, na qual se pontuariam as vitórias da nossa greve.

Queria deixar consignado a imensa honra que tive de participar desse movimento que representa, sem dúvida, uma marco na história da luta da classe trabalhadora.

O movimento foi vitorioso, sobretudo, por conta da capacidade de organização e mais ainda pela gestão democrática como foi desenvolvido, constituindo neste sentido até mesmo em exemplo para a USP, no que tange à forma de administração que se almeja na instituição.

O momento é de comemoração, mas vale lembrar que o conflito teve início porque o atual reitor acusou o ex-reitor de ter feito gastos que comprometeram o orçamento e resolveu punir os servidores e professores, recusando-lhes o reajuste constitucionalmente assegurado.

Cumpre também não esquecer que iniciada a greve a postura da reitoria foi a de tratar os grevistas como inimigos, assumindo o reitor, publicamente, uma espécie de compromisso em acabar com o sindicalismo na universidade.

A reitoria se recusou a negociar e judicializou o conflito, buscando massacrar os grevistas e o fez ao trazer, novamente, a Polícia Militar para o Campus e ao ameaçar os servidores com o corte de ponto.

Só que apesar da postura intransigente e repressiva da reitoria a adesão à greve cresceu, tendo conseguido, inclusive, atravessar o período de férias.

Em 115 dias foram inúmeras as mobilizações, reuniões, atos, debates, manifestos, promovendo-se, também, importante interlocução com outros movimentos sociais.

Com a força do movimento, a estratégia da judicialização da reitoria saiu pela culatra e a reitoria perdeu em todos os aspectos jurídicos, notadamente nos aspectos da obrigação de negociar, da ilegalidade do corte de ponto, da inexistência de obstáculo orçamentário para a concessão do reajuste e no próprio direito ao piquete.

A greve de servidores e professores da USP acabou cumprindo um papel histórico na evolução do próprio alcance do direito de greve, atingindo, positivamente, ao conjunto da classe trabalhadora.

É preciso, de todo modo, manter-se mobilizado, pois há várias outras lutas a travar, tais como: rechaçar o PIDV; rejeitar as fórmulas de redução de salário mediante redução da jornada de trabalho; recusar a contratação mediante fórmulas jurídicas precárias; refutar a terceirização; e abolir as fundações privadas dentre outras.

Sobretudo é essencial preservar a luta para instaurar uma constituinte livre, plural e autônoma, para construir a democracia na universidade.

Por hoje, o importante mesmo é comemorar e queria por meio desta deixar um grande abraço a todas e a todos, agradecendo, enormemente, a oportunidade de ter participado das formulações coletivas na deflagração e no desenvolvimento da greve.

Foi um grande aprendizado e sinto, hoje, uma enorme felicidade.

Muito obrigado!

Jorge Luiz Souto Maior

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“Após quase 4 meses de greve, aulas voltam na USP nesta segunda”

Publicado em: O Estado de SP (21/09/14)
por Redação

“Após uma greve de quase quatro meses na Universidade de São Paulo (USP), uma das mais longas da história da instituição, professores e funcionários retomarão as atividades nesta segunda-feira, 22. O funcionamento também volta ao normal nesta segunda na Universidade Estadual Paulista (Unesp).”

Leia em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,apos-quase-4-meses-de-greve-aulas-voltam-na-usp-nesta-segunda,1563900

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“Após encerrar a maior greve da história, USP discutirá novo estatuto”

Publicado em: Folha de SP (21/09/14)
por Natália Cancian e Thais Bilenky

“Impeachment do reitor e o estabelecimento de um presidente administrativo. Medidas como essas fazem parte do rol de propostas para um novo estatuto da USP, a “Constituição” da universidade.”

Leia em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2014/09/1519524-apos-encerrar-a-maior-greve-da-historia-usp-discutira-novo-estatuto.shtml

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“Atas mostram que atual reitor da USP sabia de ‘crise anunciada’ na instituição”

Publicado em: Último Segundo – IG (19/09/14)
por Davi Lira

“Zago, que atuou na última gestão do ex-reitor João Grandino Rodas (2010-2013) como pró-reitor de pesquisa, também tinha ciência do volume de gastos da instituição com plano de obras, investimentos e reformas, ao contrário do que vem afirmando. Isso é o que mostra a íntegra das atas de sessões do Conselho Universitário (Co) – órgão máximo de deliberação da instituição – realizadas entre 2010 e 2013, analisadas pelo iG Educação.”

Leia em: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2014-09-19/atas-mostram-que-atual-reitor-da-usp-sabia-de-crise-anunciada-na-instituicao.html

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“Professores questionam repasses à USP”

Publicado em: O Estado de SP (20/09/14)
por Herton Escobar e Luiz Fernando Toledo

“Segundo os autores do documento, que preferiram permanecer anônimos, os valores repassados pelo governo do Estado desde o início de 2008 até junho de 2014 ficaram abaixo da cota exigida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, que é de 5% da parte do Estado no ICMS (ou 3,77% do imposto).”

Leia em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,professores-questionam-repasses-a-usp,1563145

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